sexta-feira, 24 de julho de 2009

Adeus

João 11:25 - Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.

Estava assistindo um filme chamado o retorno de um herói, sobre a escolta do corpo de um soldado, morto em combate no Iraque, e percebí que por mais honrada que possa ser a morte, e por melhor que seja a história que alguém tenha deixado para traz, a morte é uma derrota. Às vezes nós achamos que a grande questão da vida é escolher entre perdição e salvação. Mas na verdade a escolha não é simplesmente essa. A escolha é de morte ou vida. Quando andamos pelos caminhos tortuosos, porém, prazerosos da vida, estamos escolhendo á morte, mas quando escolhemos o caminho estreito e pedregoso porém de felicidade, estamos escolhendo vida.

Qual será a sua escolha


sábado, 18 de julho de 2009

A Simplicidade de Deus

Qual será o tamanho de Deus? Essa era uma das dúvidas que eu tinha sobre a pessoa de Deus na minha infância. Existem alguns “detalhes” na pessoa de Deus que me impressionam, mas de todos o que mais me admira são Seus antagonismos. Um Ser que apesar de tão grandioso se vale da simplicidade para atuar na vida humana. Quando ao fugir da morte, o povo de israel se deparou com um obstáculo intrasponível, apenas estendendo as mãos ao alto o mar se abriu. Quando esse mesmo povo estava sofrendo por sede, com um cajado e um toque na pedra a água brotou e saciou a sede de toda aquela multidão. Quando um gigante amedrontava a todo um exército apenas uma menino e uma pedra fizeram a diferença. Quando uma multidão estava com fome e ouvindo o Mestre falar, cinco pães e dois peixes os alimentaram. Um dia quando um cego encontrou à Jesus, saliva e barro o fez enxergar. Um Deus que mesmo sendo o Ser mais puro e santo tem o amor mais infinito sobre a criatura mais suja e vil, e por causa de seu amor, com um corpo e uma cruz deu oportunidade de salvação para toda a humanidade.Quanto ao tamanho de Deus? Eu descobri.. Apesar de ser maior do que o próprio universo ainda cabe no nosso coração.


sexta-feira, 10 de julho de 2009

Outono

Essa semana fiquei impressionado (para não dizer chocado), com mais uma cena que vi. Estava andando pela cidade em minha insistente procura por emprego quando passando vi uma pombinha morta. Ela me chamou atenção por estar jogada ao chão e pela posição que estava fiquei intrigado tentando entender como ela tinha morrido. Se ela estivesse na rua talvez teria sido atropelada, mas ela estava jogado no canto da calçada. Eu não parei, continuei andando e pensando, quando percebi que uma outra pombinha estava se aproximando. Naquele instante parei para analizar qual seria a reação da outra pombinha. Ela chegou perto da que estava morta e com seu bico segurava o bico da pombinha morta tentando levantar sua cabeça para ver se conseguia acordá-la de seu sono. Ela levantava, balançava até que uma outra pomba chegou e a afastou dali. Aquela que acabara de chegar subiu em cima do peito da pomba morta e, era possível ver o desespero naquela cena. Ela pulava em cima da que estava morta, batia com seus pés nela para tentar tirar alguma reação. Ela voava e voltava e essa cena se repitiu por umas tres vezes, por volta de um cinco minutos, até o momento em que ela partiu ao perceber que realmente não tinha mais solução. Fiquei me perguntando. Será que os animais tem sentimentos? Nós não fomos criados para a morte. Sofremos, choramos nos entristecemos quando ela chega para alguém. Mas o interessante é que nem mesmo os animais, que são irracionais, estão acostumados com isso, por incrível que pareça eles sentem. Mas infelismente a vida que nós temos levado nessa terra tem feito com que muitas pessoas tenham se acostumado com coisas que não eram para que nós nos acostumássemos. Morte, tristeza, fome. Quantas pessoas nós não vemos jogadas nas ruas, e nós estamos simplesmente acostumados. Quantas vezes você já viu aquela cena linda de árvores no outono com todas as suas folhas no chão, mas será que isso é lindo mesmo?
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Pense.